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Centro de Saúde do Redondo

Redondo, Portugal 2009

Os espaços exteriores do Centro de Saúde do Redondo destinam-se sobretudo a circulações, quer automóvel quer pedonal, no entanto, a concepção dos mesmos tem como objectivo conjugar esta função principal com outras funções secundárias, mas não menos importantes, de criação de áreas de estadia confortáveis, onde se poderá desfrutar de diferentes texturas, aromas e condições de luz e sombras, oferecidas pelos materiais inertes e vivos propostos.

Propõe-se um acesso pedonal que faz a ligação de uma cota baixa, à cota da plataforma do Centro de Saúde do Redondo. Para solucionar este desnível, de cerca de 3m, criaram-se uma série de plataformas, desniveladas entre si 1 a 0,5m, sustidas por uma série de muretes, que são maioritariamente verdes, mas onde se inscreve um conjunto de escadas e patamares, que permite o acesso às pessoas. Assim criou-se um percurso que deambula por uma zona verde que para além de permitir o acesso ao Centro de Saúde do Redondo, também permite descansar ou “estar”, numa zona a partir da qual se tem vistas privilegiadas de parte da vila e do campo vizinho.
Há um acesso automóvel condicionado, que permite apenas a aproximação de viaturas autorizadas à porta do edifício. Desenvolve--se em rampa, entre a rua adjacente e a plataforma de implantação do Centro de Saúde. No seguimento da rampa e da zona de entrada do edifício, prolonga-se uma área com o mesmo pavimento automóvel, que permite a espera a alguns dos automóveis, e a localização de unidades móveis de rastreio, tratamento ou outras que se desloquem ao Centro de Saúde. A saída de todos estes veículos é feita contornando o edifício e seguindo para o parque de estacionamento adjacente.

É criado um pátio junto ao edifício, para resguardar os gabinetes do arruamento contíguo, e para permitir entrada de luz nos mesmos. A sua função é praticamente só de enquadramento visual, e optou-se por uma solução de revestimento do chão do mesmo com um inerte, no qual surge uma faixa descontínua verde.
Existe um acesso pedonal franco, do lado SE/E, definido pelo edifício, para o qual são encaminhadas as pessoas que vêm do parque de estacionamento adjacente a executar e do centro da Vila. Neste acesso pedonal, pavimentado com uma calçada regular confortável, propõe-se uma arborização e a colocação de mobiliário urbano que o transformam numa sala de espera ao ar livre.

Espaços Institucionais
Área: 3500 m2
Equipa: Margarida Quelhas, Marta Jorge
Arquitectura: Costa Lopes Arq.
Cliente: ARSA